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Bitcoin entra no Guinness Book, o livro dos recordes

O Bitcoin entrou oficialmente no Guinness World Records em várias categorias, a primeira das quais sendo reconhecido como a “primeira criptomoeda descentralizada”.

“O Bitcoin foi desenvolvido como uma solução para o desafio de regular uma moeda digital sem nenhuma organização centralizada”, afirma o documento.

De fato, o Bitcoin oferece consenso descentralizado por meio do algoritmo de Prova de Trabalho, como menciona o Guinness, embora o detentor do registro pareça ainda estar aprendendo como o Bitcoin funciona.

“Cada nó (ou seja, computador) representa um validador, também chamado, no caso de PoW, de minerador”, afirmou.

No entanto, esta representação de nós e mineradores não é precisa. Um nó valida as transações, mas os mineradores são entidades separadas que ajudam a organizar os dados mantidos nos blocos no blockchain.

Um nó completo não pode propor novos blocos ao blockchain como os mineradores podem.

Ainda assim, é notável ver tantos recordes do Bitcoin serem reconhecidos pelo Guinness.

O bitcoiner Laszlo Hanyecz entrou no livro por fazer a primeira transação comercial de bitcoin conhecida da história, quando pagou 10.000 BTC por duas pizzas em 2010.

Além disso, El Salvador recebeu reconhecimento por ser o primeiro estado-nação a estabelecer o bitcoin como moeda legal.

O bitcoin também foi reconhecido como a criptomoeda mais valiosa, bem como a mais antiga em funcionamento.

O Guinness observou que o primeiro Token Não Fungível (NFT) foi criado no Bitcoin. Trata-se dos Colored Coins, criados em 2013.

Embora algumas definições possam ter sido mal interpretadas, ainda é interessante ver algumas das conquistas mais notáveis ​​​​do Bitcoin sendo reconhecidas pelo Guinness.

João Souza

Chefe de conteúdo, analista de SEO e empreendedor. [email protected]

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