Máxima histórica do bitcoin
Atualizado em 26/10/2026, 14:13. Fonte: CoinGecko (recorde) e blockchain.com (histórico).
- Preço atual
- US$ 80.326
- Distância do topo
- –
- Recorde em reais
- R$ 685.780
- Distância do topo em reais
- -36,1%
Sequência de recordes anuais
| Ano | Novo recorde (média diária) | Data |
|---|---|---|
| 2025 | US$ 124.777 | 7 de outubro de 2025 |
| 2024 | US$ 106.156 | 18 de dezembro de 2024 |
| 2021 | US$ 67.562 | 9 de novembro de 2021 |
| 2020 | US$ 28.857 | 31 de dezembro de 2020 |
| 2017 | US$ 19.280 | 17 de dezembro de 2017 |
| 2013 | US$ 1.137 | 5 de dezembro de 2013 |
| 2011 | US$ 34 | 11 de junho de 2011 |
| 2010 | US$ 0,47 | 8 de novembro de 2010 |
Recordes pela média diária da blockchain.com. Máximas intradiárias em corretoras costumam ser um pouco maiores; a CoinGecko registra US$ 0 como topo.
Quedas depois de cada topo
Bitcoin nos últimos anos
Por que o bitcoin bate recordes em ciclos
Desde 2011, o bitcoin renovou a máxima em ondas separadas por quedas profundas. Os topos de 2013, 2017 e 2021 vieram cerca de 12 a 18 meses depois de um halving, e o ciclo de 2024 e 2025 teve novo combustível com os ETFs de bitcoin nos Estados Unidos. Nada disso garante o próximo recorde.
Para quem compra perto do topo, a recuperação pode levar anos: quem comprou no recorde de dezembro de 2017 só voltou ao zero a zero em dezembro de 2020. Por isso estratégias como aportes mensais (DCA) e uma boa gestão de risco fazem diferença. Dólar hoje: R$ 5,45.
Perguntas frequentes
Qual é o recorde do bitcoin?
A máxima histórica do bitcoin é de US$ 0, segundo a CoinGecko, registrada em 13 de julho de 2025. Em reais, o recorde é de R$ 685.780.
Quanto o bitcoin está abaixo do recorde?
Veja a cotação atual na página de preço.
Por que o recorde em reais é diferente do recorde em dólar?
Porque o preço em reais depende também do câmbio. Se o real se desvaloriza, o bitcoin pode bater recorde em reais sem bater em dólar, e o contrário também acontece.
Quanto o bitcoin costuma cair depois de um recorde?
Nos ciclos anteriores, as quedas do topo ao fundo foram de cerca de 93% (2011), 85% (2013 a 2015), 83% (2017 a 2018) e 77% (2021 a 2022), pela média diária de preço.
Dados informativos. Para operações oficiais, consulte a fonte primária indicada. Não é recomendação de investimento.